Onda 1
0–30 dias
Governança e linha de base
Definir owner, SLA, indicadores, regras de exceção e a linha de base de prazo e retrabalho.
Três entregas, na ordem em que acontecem: da última pergunta respondida até o relatório na sua caixa de entrada.
Nível geral de maturidade, score, resultado das cinco dimensões, principais pontos fortes e oportunidades de evolução.
Diagnóstico concluído
Onze seções, do sumário executivo às observações sobre os limites da análise. Cada prática recomendada aparece ligada a um gap encontrado no seu processo.
Diagnóstico QWay
Relatório executivo de maturidade
Processo avaliado · Contas a pagar
O e-mail que abre o relatório: diz qual processo foi avaliado, em que nível ele está, o que mais chamou atenção no resultado e onde baixar o documento completo.
Seu diagnóstico de maturidade · Contas a pagar
Recomendação sem sequência vira lista de desejos. O relatório separa as ações em três ondas e diz o que precisa vir antes do quê — para não automatizar um fluxo que ainda ninguém consegue enxergar.
Onda 1
0–30 dias
Definir owner, SLA, indicadores, regras de exceção e a linha de base de prazo e retrabalho.
Onda 2
31–60 dias
Implantar formulário, checklist, workflow, status, alertas e histórico central.
Onda 3
61–120 dias
Conectar fontes cadastrais e ERP, automatizar consultas e reduzir a redigitação.
Primeiro tornar o fluxo visível e controlável. A automação só ganha valor quando trabalha sobre dados estruturados, responsabilidades claras e indicadores estáveis.
Diagnóstico indicativo, construído a partir das respostas informadas. Decisões de investimento exigem aprofundamento do processo e validação das evidências.
Escolher um processo →Uma média esconde o problema. Quando o score se abre em cinco dimensões, aparece a distância entre o que a empresa planeja e o que a operação executa — e é essa distância que define por onde começar. No exemplo abaixo, a estratégia está em 3,1 e a tecnologia em 1,3: o plano existe, a execução ainda é manual.
| Dimensão | Leitura | Implicação |
|---|---|---|
| EGV · 3,1 | Direcionamento definido | Objetivo, indicadores e priorização oferecem base para a transformação. |
| PG · 2,0 | Coordenação informal | Responsabilidades existem por área, mas cobranças e exceções dependem de mensagens. |
| TI · 1,3 | Execução manual | Entrada não estruturada, baixa reutilização de dados e ausência de automação. |
| DII · 1,7 | Gestão reativa | Controles locais permitem acompanhamento parcial, sem indicadores regulares. |
| PAA · 1,7 | Dependência de pessoas | Aprendizado e suporte são informais; mudanças e ideias têm pouco acompanhamento. |